sábado, 2 de maio de 2009
Famem propõe apoio de médicos voluntários aos desabrigados
Famem propõe apoio de médicos voluntários aos desabrigadosO prefeito de Icatu, Juarez Lima, secretário geral da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão-Famem, propôs, na manhã desta quinta-feira (30), o apoio do Conselho Regional de Medicina (CRM), para a formação de equipes médicas voluntárias, para prestar assistência aos desabrigados pelas enchentes no Maranhão. O prefeito disse que esse apoio pode ser dado também pelos universitários de Medicina.A proposta de Juarez foi apresentada durante reunião coordenada pelo presidente da seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MA), Caldas Góis, no auditório da entidade, da qual participaram ainda o secretário de Defesa dos Direitos Humanos do Estado, advogado Sérgio Tamer, seu adjunto Oduvaldo Cruz, o vice-presidente da OAB, Guilherme Zagallo, o conselheiro Mário Macieira e os consultores da Famem, Marcone Dias e Juscelino Resende.Juarez representou o presidente da entidade, Raimundo Lisboa, prefeito de Bacabal, que se encontra naquela cidade, comandando pessoalmente as operações de apoio às centenas de famílias daquela cidade prejudicadas pelas cheias. Sérgio Tamer disse ser necessária uma junção de forças, para ajudar os flagelados, cujo número aumenta a cada dia, por conta dos fortes temporais, que já romperam estradas, fazendo muito estrago, de norte a sul do Maranhão.Caldas Góis revelou que foi procurado pelo juiz de Direito Alexandre Abreu, que propôs, em nome do corregedor-geral de Justiça, desembargador Jamil Gedeon, ajuda na emissão de segunda via de certidões de nascimento aos desabrigados, com isenção da taxa cartorial.Marcone Dias, por exemplo, sugeriu ajuda dos supermercados, para a colocação de guichês, onde os clientes poderão destinar suas contribuições, enquanto Juscelino alertou para a preparação dos prejudicados, depois das cheias.A OAB já está empenhada na ajuda aos prejudicados, com dois postos de coleta de donativos, como mantimentos, medicamentos e alimentos. Guilherme Zagallo disse que a preocupação é muito grande, porque a cheia coincide com a propagação da temida gripe suína, que vem causando pânico no mundo todo.
