
Gestores municipais presentes na XII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios apresentam as expectativas para esta edição do maior encontro municipalista da América Latina. Conhecida também como Marcha dos Prefeitos, o evento teve início nesta terça-feira, 14 de julho, e conta com mais de quatro mil participantes, entre secretários, prefeitos e vereadores, que começam a chegar no Brasília Alvorada Hotel, na capital Federal.
“Esta é minha quinta Marcha e espero que este ano nós possamos conseguir avanços significativos assim como nas edições passadas. Acredito na sensibilidade do governo federal para com o movimento, e vamos lutar pelo parcelamento das dívidas com o INSS”, conta o prefeito baiano de Amargosa, que veio acompanhado com o secretário de relações institucionais, Júlio Pinheiro.
Os prefeitos também querem conquistar na Marcha a regulamentação da Emenda Constitucional 29 – que determina porcentuais mínimos de investimentos na saúde por parte da União, Estados e Municípios. “Vamos tornar a Emenda uma realidade neste País, os munícipes precisam de mais verbas para a saúde pública”, afirma José Garcia. A EC 29 é um dos destaques deste movimento.
Saúde, uma preocupação unânime
A construção de hospitais e condições para tratar os pacientes no Município onde vivem é o desejo de boa parte dos gestores que marcam presença na XII Marcha. “Quero um dia não precisar deslocar os habitantes de Iconha (ES) para outra cidade”, relata o vereador potiguar Inácio Lima. Segundo ele e o colega, também vereador Marcelo Lovati, as reivindicações da Marcha poderão resultar em melhorias para gestão municipal.
O presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, iniciou a solenidade de abertura do evento e espera para esta quarta-feira, 14 de julho, a presença do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. “Mais uma vez os gestores mostraram a força do movimento municipalista e o interesse na mobilização. Vamos apresentar ao governo federal a necessidades para que os Municípios possam ainda mais oferecer qualidade de vida à população brasileira”, completa Ziulkoski.
“Esta é minha quinta Marcha e espero que este ano nós possamos conseguir avanços significativos assim como nas edições passadas. Acredito na sensibilidade do governo federal para com o movimento, e vamos lutar pelo parcelamento das dívidas com o INSS”, conta o prefeito baiano de Amargosa, que veio acompanhado com o secretário de relações institucionais, Júlio Pinheiro.
Os prefeitos também querem conquistar na Marcha a regulamentação da Emenda Constitucional 29 – que determina porcentuais mínimos de investimentos na saúde por parte da União, Estados e Municípios. “Vamos tornar a Emenda uma realidade neste País, os munícipes precisam de mais verbas para a saúde pública”, afirma José Garcia. A EC 29 é um dos destaques deste movimento.
Saúde, uma preocupação unânime
A construção de hospitais e condições para tratar os pacientes no Município onde vivem é o desejo de boa parte dos gestores que marcam presença na XII Marcha. “Quero um dia não precisar deslocar os habitantes de Iconha (ES) para outra cidade”, relata o vereador potiguar Inácio Lima. Segundo ele e o colega, também vereador Marcelo Lovati, as reivindicações da Marcha poderão resultar em melhorias para gestão municipal.
O presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, iniciou a solenidade de abertura do evento e espera para esta quarta-feira, 14 de julho, a presença do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. “Mais uma vez os gestores mostraram a força do movimento municipalista e o interesse na mobilização. Vamos apresentar ao governo federal a necessidades para que os Municípios possam ainda mais oferecer qualidade de vida à população brasileira”, completa Ziulkoski.
