SÃO LUÍS - A rotina nas agências bancárias, Aeroporto Internacional Cunha Machado e no horário da televisão voltarão ao horário normal a partir da zero hora do próximo domingo, com o fim do Horário de Verão. Apesar de o Maranhão não ter sido incluído na medida, a população foi afetada, tendo que se adequar ao horário que vinha sendo cumprido nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país desde o dia 19 de outubro de 2008. À meia-noite de domingo, os relógios devem ser atrasados em uma hora.
Um das atividades que sofre influência direta da mudança de horário é a saída e chegada de vôos nos aeroportos. Segundo a administração do Aeroporto Internacional Marechal Cunha Machado, em São Luís, quem já comprou sua passagem deverá somar uma hora ao horário estipulado no bilhete a partir deste domingo.
O mesmo ocorre com o funcionamento da rede bancária. A partir de segunda-feira, os bancos abrirão às 10h e encerrarão o atendimento às 16h, isso porque o sistema bancário das agências locais segue o horário da matriz. Até hoje, o horário de funcionamento é de 9h às 15h no estado. “Recolhimento de malotes de transações e pagamentos direto no caixa são algumas das atividades que cumprem o cronograma de funcionamento da agência de São Paulo, por isso nosso atendimento neste período foi modificado e causou certos transtornos”, explicou Jean Silva, caixa do Bradesco, no São Francisco.
TV Mirante
A TV Mirante alterará também sua programação. O Bom Dia Mirante volta a ser exibido antes do Bom dia Brasil, às 6h30, e, logo após, entrará no ar o Mirante Notícias. O JMTV 1º edição será exibido ao meio-dia. Às 12h45, ocorrerá a edição local do Globo Esporte, e às 18h55, o JMTV 2ª edição. Aos sábados, o Repórter Mirante será apresentado às 11h30 e, em seguida, o Esporte 10 ao meio-dia. No domingo, o Mirante Rural volta a ser exibido às 7h.
O Horário de Verão surgiu como uma possibilidade de aproveitamento maior da luz solar para economia de energia. De acordo com o Operador Nacional do Sistema (ONS), a previsão para este ano é que haja uma redução entre 4% e 5% na demanda no horário de pico, o que representa uma economia de 2 mil MW. O Estado
